Teus dedos não prendem meus jardins,
Ainda que meus orvalhos
[madruguem por ti.
Tua boca não cala meu mundo.
Minhas pedras permanecem firmes.
Ainda que os girassóis demorem,
Teus olhos não vigiam meus desertos.
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Podem nos tirar tudo. Menos o direito de nos indgnarmos. não é? Sinto esse poema como isso.
ResponderExcluirBjão amiga!